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26 fevereiro 2011

A revolta árabe e as redes sociais

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Por Eduardo Bomfim (advogado)

Os últimos acontecimentos no mundo árabe onde as populações rebeladas têm ido às ruas para exigir o fim de ditaduras violentas, trouxeram mais uma vez à tona uma discussão que vai se tornando rotineira.

Trata-se do papel das chamadas redes sociais na internet. Não há a menor dúvida sobre o extraordinário avanço tecnológico nas comunicações em geral, e entre as pessoas, a partir do advento da internet e o constante desenvolvimento das suas ferramentas.

No entanto, atribuir às redes sociais o papel de motor principal das revoltas populares no mundo árabe ou qualquer outra região, como muitos afirmam, inclusive âncoras de televisão global, é no mínimo um grande equívoco ou uma desinformação proposital.


As ditaduras constituídas na região árabe foram em sua esmagadora maioria arquitetadas, ou consentidas, através da política externa dos Estados Unidos da América com o explícito objetivo geopolítico de controlar e exercer hegemonia em uma região estratégica em petróleo.

A maioria dos regimes que estão desabando ou ameaçados pela pressão social explosiva, é de aliados incondicionais do governo norte-americano há décadas que por sua vez jamais utilizou sua poderosa máquina midiática global para acusar qualquer violação dos direitos humanos nessas nações.

Com exceção da área que cobre o Estado de Israel e a nação Palestina, incluindo alguns Países vizinhos, as agências noticiosas dos Estados Unidos e Inglaterra, que exercem o monopólio da informação no mundo ocidental, nunca denunciaram os governos tirânicos da região.

Em relação ao Egito, grande país da região, o que o cidadão médio comum sabia era um pouco mais do que as pirâmides e os sarcófagos dos faraós além de novos túneis e labirintos, descobertos por arqueólogos, desvendando mais tesouros e múmias de uma civilização milenar.

Mas, o mundo árabe e muitos outros Países pelo mundo afora vivem uma situação de pobreza, ou miséria crônica, vítimas de regimes sociais terríveis apesar da incrível riqueza acumulada através da exportação do petróleo.

Tudo isso agravado pela alta dos preços dos alimentos, consequência da criminosa especulação no mercado internacional que se soma à ausência de políticas públicas em saúde, educação, além do desemprego generalizado.

As redes sociais são excelentes ferramentas de intercomunicação, mas a revolta da “Rua Árabe” é decorrente mesmo da consciência humana, da vontade insurgente contra a humilhação, da insubordinação desses povos oprimidos contra as suas soberanias aviltadas.

Fonte: Gazetaweb.com

Áudio: Comentário de Lúcia Hippolito

Ouça o comentário de Lúcia Hippolito, da Rádio CBN, sobre as redes sociais que divulgam insurreições e o desejo de liberdade.

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